Boa noite,
Um Trechinho sobre a análise da Professora de Filosofia e Mitologia Greco-Romana da ESDC, sobre o Mito:
"Nesse imprescindível capítulo, dois modos bem distintos [mas tão ligados e intercambiáveis quanto o céu e a terra] de percepção de mundo se apresentam a todos nós: o inteligível e o visível. Esse último, o visível, refém e escravo do que pode ser apreendido e conhecido pelos sentidos, é limitado. Já o inteligível, oriundo de uma percepção mental, psíquica (psichê é a alma), “nos alça a senhores das mais altas instâncias”, pois nele encontramos a verdadeira essência da qual a realidade que nos circunda, também repleta de muitos bens, é apenas cópia."
(Acessado em 23 de abril de 2010 no site:
http://www.esdc.com.br/CSF/artigo_Platao_e_o_Mito_da_Caverna.htm)
O que nos levou a fazer essa analogia?!
Pensamos que o ensino da matemática tem muita fama de ser atrelado a metodologias pouco recreacionistas e de interação com os alunos... onde os professores simplesmente explanam o conteúdo e a participação dos alunos se restringe a resolução de problemas... Isso na época atual lembrou-nos do mito da caverna, parecendo que os professores ficaram atrelados aquelas "sombras" e não usam em aula as ideias novas que o mundo apresenta, como por exemplo: JOGOS MATEMÁTICOS. E é isso que pretendemos desenvolver e apresentar nas próximas postagens... Uma nova realidade, sairmos da "caverna" e visualizarmos novas possibilidades de ensino, desmistificando a ideia de que a matemática é um "monstro de 7 cabeças" e facilitando a aprendizagem dos alunos.